PREZADO DIVULGADOR.
Ontem às 21h10 foi publicada uma notícia
que se baseou em uma informação concedida pela promotora Mariane
Guimarães do Ministério Público de Goiás.
Eu, Dr Wilson Roberto, venho portanto, em nome da TelexFree pugnar pela retratação imediata por parte do site Veja.com, sob pena de assim não fazendo, tomar as medidas cabíveis quanto a esta informação inverídica.
Resultado:
Eu, Dr Wilson Roberto, venho portanto, em nome da TelexFree pugnar pela retratação imediata por parte do site Veja.com, sob pena de assim não fazendo, tomar as medidas cabíveis quanto a esta informação inverídica.
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Enviamos o seguinte texto por e-mail para publicação:
"Causa estranheza um pronunciamento da Promotora Mariane Guimarães do Ministério Público de Goiás quanto ao processo contra a TelexFree que tramita no Acre em Segredo de Justiça, logo se houve troca de informações entre os Ministérios Público do Acre e o de Goiás, a mesma se deu de forma indevida e totalmente contra o Segredo de Justiça, cabendo, inclusive, uma reclamação junto ao CNMP. Adiante, informamos que estamos confiantes em uma solução favorável a Telexfree ainda neste ano de 2013, tendo em vista que já restou provado a sua legalidade e viabilidade econômica, bem como a ilegitimidade ativa do Ministério Público para propor ação civil pública que não envolve direito difuso ou coletivo."
CONFIRA O QUE A EDIÇÃO DA VEJA PUBLICOU E TIRE SUAS CONCLUSÕES:
Decisão sobre TelexFree e BBom não deve sair em 2013
No mês passado, uma decisão judicial estabeleceu o bloqueio dos bens das empresas e a suspensão das atividades dos grupos (Marcio Rodrigues/Futura Press)
Os participantes de TelexFree e BBom, que têm feito manifestações pelo país pedindo
o desbloqueio dos bens das duas empresas, terão muito tempo para
protestar. Segundo a procuradora Mariane Guimarães, do Ministério
Público de Goiás, a decisão sobre a condenação dos sócios das empresas,
acusados de formação de pirâmide financeira, deve sair num prazo mínimo
de um ano. "Sendo bem positiva, ela (a decisão) deve sair nesse
prazo de um ano. Pode ser até mais", afirmou Mariane. Isso significa
que dificilmente os bens das empresas serão desbloqueados antes de
meados de 2014.
Os Ministérios Públicos Federal (MPF) e
Estadual (MPE) entraram na Justiça, na última segunda-feira, com uma
ação civil pública em Goiás pedindo a dissolução da Unexpmil e da BBom -
nomes fantasia da empresa Embrasystem Tecnologia em Sistemas,
Importações e Exportações - e a condenação dos sócios. Além disso, o
pedido inclui a reparação de danos aos consumidores envolvidos no
provável esquema de pirâmide financeira. O mesmo pedido já havia sido
feito para a TelexFree.
Outro lado - A BBom
informou, em nota, que é uma empresa "especializada em canal de vendas
diretas e marketing multinível" e que desenvolve uma atividade econômica
"lícita e regular". Ela ainda argumenta que a ação já era esperada,
pois os efeitos da medida responsável por bloquear os bens da empresa
venceriam em 30 dias. A BBom agora quer impugnar a medida cautelar junto
ao Tribunal Regional Federal (TRF) e tentar desbloquear os seus bens.
Pirâmide - O crime de
pirâmide financeira se confunde, muitas vezes, com o modelo de marketing
multinível, pois ambos trabalham com o conceito de agregar associados à
rede de vendas. A diferença entre eles é que no segundo, legal, a
remuneração dos associados e vendedores é atrelada ao volume de vendas e
não ao número de associados novos angariados. O modelo de pirâmide é
insustentável no longo prazo porque a base de potenciais associados
fica, com o tempo, mais estreita - e a receita da companhia com a venda
dos produtos não consegue ser suficiente para remunerar as comissões de
todos os associados.
No caso da TelexFree, era comercializado
um sistema de telefonia via internet, o VOIP (Voice Over Internet
Protocol). Já a BBom, a inserção de novos integrantes na rede era feita
sob a alegação de que eles seriam parceiros em um comércio de
rastreadores, que, segundo a investigação, era de fachada. Nem mesmo os
rastreadores eram homologados junto à Agência Nacional de
Telecomunicações (Anatel).
Fonte: encontreinarede.com
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